A importância das vacinas na gravidez
- admdrapatricianapo
- 20 de out. de 2022
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As vacinas durante a gravidez são essenciais para prevenir complicações maternas, fetais e, inclusive, dos recém-nascidos.

Nos casos de influenza e pertussis, por exemplo, os bebês ainda não produzem esses anticorpos, mas ficam protegidos através dos anticorpos passados pela placenta e pelo leite materno das mulheres vacinadas. Essa proteção pode durar mais de seis meses de vida do bebê.
De acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), é recomendado que as gestantes recebam as vacinas contra influenza; hepatite B; difteria, tétano e coqueluche (dTpa) e, mais recentemente, contra o Coronavírus.
A vacina contra a influenza deve ser tomada em dose única anual, em qualquer idade gestacional.
A hepatite B é uma infecção cuja transmissão para os bebês ocorre através de mães infectadas (vertical) ou através do convívio domiciliar com pessoas infectadas (horizontal).
A vacinação contra coqueluche durante a gestação, administrada de forma combinada com a vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche), tem como objetivo a prevenção de coqueluche em bebês menores de seis meses de vida, já que a evolução para quadros graves da doença e óbito é mais frequente nessa faixa etária.
A imunização contra o coronavírus foi a mais recente das recomendações do PNI e as grávidas podem e devem se vacinar, em qualquer idade gestacional, com a CoronaVac ou com a vacina da Pfizer.
Vale ressaltar que existem algumas vacinas recomendadas em situações especiais, como em casos de gravidez com fatores de risco ou em situações epidemiológicas propensas como, por exemplo, as vacinas contra a raiva e a Febre Amarela e outras que são contraindicadas na gestação, mas que podem ser realizadas após o nascimento do bebê.
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